Finalmente temos o primeiro estágio de treinamentos em Berea, Cleveland e já tivemos encontro de jogadores e mídia especificamente falando sobre o antes do treino do segundo dia de minicamp, o quarterback do Cleveland Browns, Baker Mayfield, mencionou as amizades abertas e honestas que a equipe construiu e que permitem que os companheiros conversem uns com os outros de maneira produtiva sobre futebol e a vida, o que remete aos esforços que a equipe colocou no ano passado em reuniões virtuais durante a pandemia onde parece ter melhorado e muito a relação humana entre os atletas.

Mayfield foi questionado sobre o que ele deseja realizar durante as seis semanas de férias de verão que a equipe terá. Sem ser perguntado exatamente sobre essa situação mesmo assim ele trouxe à tona esse elemento de fraternidade e os laços que a equipe criou:

“Sinto-me bem onde estou agora, mas obviamente, como disse, há muito trabalho a ser feito. Isso não quer dizer que não continuaremos assim, embora não estejamos juntos. Essas linhas de comunicação sempre estarão abertas quando se trata de todos nós estarmos na mesma página. Essa é a parte boa desta equipe é que construímos relacionamentos e amizades, agora que a comunicação é muito aberta e honesta. Isso é extremamente importante. A química quando se trata de ser capaz de dizer: ‘Ei, estou errado aqui. Diga-me se estou errado. Diga-me se precisar de algo fora de mim. Isso é vital e acho que é nisso que temos trabalhado mais. Isso é o que significa uma boa cultura, e quando ela voltar e começarmos correndo para o acampamento de treinamento no final de julho, não perderemos o ritmo. ” – Baker Mayfield

Em cada grupo de diferentes posições o clima bom exala demais

Ano passado foi impactante a todos e claro a todos por causa do vírus, um novo medo presente, e todo o risco sobre contágio resultou em um contato com bastante distância, todos os jogadores reunidos em diferentes cantos do país. A pandemia não era apenas uma ameaça que se aproximava, mas foi um ano que apresentou desafios significativos aos direitos civis.

A organização liderada pelo gerente geral Andrew Berry e o treinador principal Kevin Stefanski entrou na derrapagem e usou-a como uma forma de melhorar a compreensão de pessoas com tantas origens diferentes. Diferenças de raça, geografia, política e realidades socioeconômicas. Vários jogadores do Browns incluindo principalmente o líder da ação Myles Garrett lutaram por fala em pró de diferenças na sociedade. Myles Garrett foi inflexível sobre a violência e os tumultos, pagando funerais de civis e vítimas da lei que aconteciam com muita frequência.

Baker Mayfield usou sua voz para falar em nome de Julius Jones, um assassino condenado que está no corredor da morte. Mayfield não só quer que Jones seja retirado do corredor da morte, mas acredita que ele é inocente do crime. Foram ações que mostraram o quão esse elenco estava se importando com futebol e com a humanidade ao seu redor.

É um vínculo que pareceu se prolongar durante a temporada. A equipe era mais talentosa do que muitas versões anteriores dos Browns, mas também parecia ter mais resistência. Com tanta frequência nos últimos anos, inclusive com jogadores do time atual, os Browns encontravam desculpas para a normalidade da derrota. Em 2020, a equipe não se deixou definir por erros. Eles continuaram jogando, pegaram um ao outro e encontraram uma resistência mental. Ao contrário da equipe de 2019, que era genuinamente desagradável entre distrações, faltas pessoais e apenas um ambiente tóxico que era generalizado, a equipe de 2020 era fácil de amar antes de entrar em campo.

Os Browns tiveram um desempenho superior ao esperado durante a temporada. Mantiveram a liderança, recuperaram de desvantagens para vencer jogos e conseguiram ganhar força ao longo do ano. Na pós temporada onde se mais precisou do mental ao jogo a equipe se mostrou apto para sonhar com um futuro muito bom. O clima desse Browns é bom para o time, para a projeção de resultados e para os torcedores.

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