A volta da NBA esta cada dia mais próxima, fazendo com que os times se movimentem atrás de reforços para buscar o título. E um dos times que precisou ir ao mercado foi o Los Angeles Lakers. A equipe perdeu o armador Avery Bradley, que decidiu não ir a Orlando por conta de seu filho pequeno, e a reposição veio rapidamente com o anúncio de JR Smith. Mas será que o jogador de 34 anos pode ajudar a equipe californiana?

Pontos positivos

  1. Estilo de jogo: o jogador tem características similares a de Avery Bradley, que seriam a defesa forte e as bolas de três pontos. Sendo assim, a equipe não teria que mudar seu estilo de jogo.
  2. Química com Lebron James: J. R. já é bem familiarizado com Lebron, tendo sido campeão ao seu lado em 2016, sendo, inclusive, esse um dos motivos da contração do mesmo pelos Lakers
  3. Experiência em playoffs e primetime: J. R. está longe de ser uma estrela, mas quem se lembra do jogador em meados de 2009, sabe que era um grande role player em Denver e que pode contribuir muito vindo do banco. Além disso, ele já disputou 130 jogos de playoffs na carreira, e apesar de ser criticado por muitos, mantém uma média de 11.3 pontos por jogo.
Foto: Doug Pensinger/Getty Images

Pontos Negativos

  1. Condicionamento físico: apesar de já ter iniciado os treinamentos com a equipe, o último jogo disputado por JR Smith na NBA foi em 11 de novembro de 2018, ainda com os Cavaliers. Por isso, não se sabe se o jogador seguiu treinando, mas talvez não seja fácil recuperar o ritmo de jogo de um playoff ou de uma final.
  2. Desempenho recente: o jogador vinha em uma decrescente nos últimos anos, chegando inclusive, a ficar zerado em jogos das finais da 2017. A defesa do jogador também vinha decaindo, tendo péssimos ratings defensivos.

Conclusão

Na minha opinião, esse é o momento exato para JR Smith provar seu valor como jogador da NBA. Ele teve problemas em sua carreira, mas essa é a hora de acordar o espírito competitivo que ele tinha nos Nuggets.

Ainda não se sabe como Frank Vogel vai encaixar o jogador na rotação, mas o impacto de J. R. pode ir muito além de bolas do perímetro, e talvez ele repita os 18.3 pontos de média nos playoffs, assim como em 2008.

Fanático por esportes, encontrei minha paixão na NBA e na NFL, fãboy do Kobe, hater do Dave Roberts e infelizmente torcedor do Edmonton Oilers. Sofrendo pelo Colts desde 2010 e tentando superar as aposentadorias de Manning e Luck.

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