Faltam 72 dias para a 100ª temporada da NFL e hoje relembramos mais uma grande história da liga: a grande performance homenageando um ente querido! Acesse fumblenanet.com.br/nfl100 para conferir outras histórias épicas!

Em 2002, Brett Favre era a cara da NFL. O quarterback que jogava como os antigos. O Gunslinger, o bravo guerreiro. Em 21/12/2003, o pai de Brett, Big Irv, faleceu. Favre, que até então nunca tinha ficado de fora de nenhuma partida pelo Packers, se viu diante de um dilema: jogar ou não o Monday Night Football que Green Bay teria contra o Raiders. E ele decidiu jogar e homenagear seu pai.

“Por uns 5 minutos havia essa indecisão sobre se eu iria jogar ou não. […] Não levou muito tempo para que eu dissesse pra mim mesmo ‘Você tem que jogar essa partida.’”.

Milhões de telespectadores se perguntavam como um homem confrontado com uma de suas piores experiências jogaria. E aquela foi, discutivelmente, a melhor atuação de sua carreira. Ele passou pra 399 jardas e 4 touchdowns, completando 73,3% dos passes. Enfrentando o Raiders num estádio tradicionalmente hostil, o Oakland Coliseum, Favre foi ovacionado pela torcida adversária.

 “Eu sabia que meu pai iria querer que eu jogasse. Eu o amava tanto e amo o jogo. Significa muito pra mim, pro meu pai, pra minha família, e eu realmente não esperava uma atuação deste nível. Mas eu sei que ele estava assistindo.”

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