Olá fãs do Lions no Brasil, após algumas semanas fora, por conta de uma maratona de jogos do meu time (Armada Futebol Americano). Voltamos então, com o Lions Pride Mil Grau, para falar de um assunto polêmico, nosso Quarterback.

Lembrando que, este é o meu ponto de vista, procuro ser o mais sensato possível sempre. Como todos sabem, faz 10 anos que escolhemos nosso QB, após aquele horrível 0-16, tivemos a oportunidade de recomeçar a franquia partindo da peça principal, Matthew Stafford.

Desde então, fomos 3 vezes aos Playoffs, não conseguindo nenhuma vitória, mas, pelo desempenho que víamos no Safford, 5000 jardas em 2011, após isso todos os anos com +4000, jogando e carregando um time muitas vezes sem jogo corrido, sempre tínhamos aquele gosto de, “Imagina o Stafford com um time competitivo”.

Tivemos a lavada contra os Saints, o roubo contra os Cowboys, e então pensamos “Será que o time e Stafford seriam melhores sem essa dependência do Megatron?”. Pois então, ele veio a se aposentar, e na temporada seguinte conseguimos a ida aos Playoffs, embora sem muitas chances, continuávamos com a esperança, principalmente pelas viradas que o Stafford nos proporcionou naquele ano, 2017 Lions quase chegou, mas, não chegar foi crucial para a mudança de HC, saiu Jim Caldwell, entrou Matt Patricia e a esperança.

Depois de todo esse tempo, 10 anos de espera, juntamos uma belíssima OL, um RB veterano, para ganhos curtos e situações de Goal line, um calouro com um potencial e uma versatilidade absurda além de um dos melhores corpos de recebedores, mesmo sem o Tate, Marvin Jones, Golladay e TJ Jones são excelentes.

Com tudo, esse era o ano do Stafford, ano do ataque competitivo que ele tanto precisava, porém, diferente dos 9 anos anteriores, até a semana 8, ele não está no Top 10 da liga, tendo variado muito, assim como a defesa, ele teve o primeiro jogo horrível contra os Jets, em situações de Clutch, que em outras temporadas ele resolveu, ele acabou se precipitando, com uma afobação digna de calouro.

Como no ultimo jogo, contra o Seahawks, em que Stafford sofreu um fumble grotesco, e uma interceptação, por não querer jogar a bola fora, sendo que estávamos numa primeira descida.

Algumas questões extra campo também me incomodam, como o fato de ele não ter rede sociais, e a única forma de vermos ou sabermos sobre ele é acompanhando o instagram da sua esposa.

Gosto muito dele assim como todos vocês, mas é visível o desânimo dele, em jogar numa franquia que participa da NFL, e se os resultados não virem no próximo ano,

Acredito que esse excepcional QB, será mais um dos jogadores que o Detroit Lions vai engolir.

 

Felipe Dalmoro, Lions Mil Grau

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