Um dos jogadores mais promissores no backfield do agora Los Angeles Rams, o running back Tre Mason enfrenta outros adversários, só que esses não estão dentro do campo.

Sem dar notícias ao corpo técnico ou direção do time desde o fim da última temporada, Mason se tornou manchete dos jornais recentemente devido ao comportamento diferente do que possuía antes de ser draftado, como conta a mãe dele, Tina Mason.

Tina descreve que Tre está agindo como se fosse uma criança de 10 anos e culpou as lesões no cérebro causadas no futebol americano pela situação quando perguntada por um policial que perseguia o ex-jogador de Auburn: “ele não deveria estar treinando agora, porque esse é o lado do esporte que ninguém fala”.

Em uma abordagem feita em julho, o running back draftado em 2014 chegou a ameaçar os policiais, avisando que ligaria para a Casa Branca e mandaria demitir os oficiais por supostamente terem planos ligados à Al-Qaeda. Em outra situação envolvendo oficiais, um deles confirmou que “Trence não parece ter condições de fazer decisões por conta própria no momento e deve receber cuidados especiais”.

Poucas semanas atrás, o atleta foi a um hospital para fazer exames, mas não houve sinais de que seria para iniciar algum tratamento relacionado ao modo de agir fora do comum. A família dele já chamou a polícia quatro vezes em cinco meses por problemas envolvendo ao jeito estranho como se porta desde o fim da temporada 2015.

O head coach do Rams, Jeff Fischer, contou que tentou contato com o jogador diversas vezes durante a offseason, porém não obteve sucesso. Ele ainda deixou claro que, nesse momento a prioridade é outra “agora nós estamos mais focados no bem-estar dele como pessoa que na carreira como membro da equipe”. Ele está na lista dos reservas/ausentes desde o dia 30 de julho por não comparecer no training camp dos Rams.