Dec 4, 2016; Glendale, AZ, USA; The Arizona Cardinals offense squares off against the Washington Redskins defense during the first half at University of Phoenix Stadium. Mandatory Credit: Matt Kartozian-USA TODAY Sports

Semana 1: Washington Redskins @ Arizona Cardinals

FOOTBALL IS BACK! Ou melhor… REDSKINS FOOTBALL IS BACK!

O Washington Redskins (0-0) inicia neste domingo, 9 de setembro, mais uma temporada da NFL. O primeiro jogo é fora de casa, em Glendale, Arizona, contra o Arizona Cardinals (0-0). Se não é o mesmo time que sempre ia aos playoffs até alguns anos atrás, continua sendo um time perigoso. Ainda mais jogando em Arizona.

Washington Redskins @ Arizona Cardinals

O Redskins passou por algumas alterações em relação ao time que fechou 7-9 e cheio de lesões na temporada de 2017. A começar pela posição de QB, onde chegou ao fim a novela Kirk Cousins, que agora joga pelo time do Minessota Vikings. Para o lugar dele, a franquia contratou um dos QBs mais consistentes da liga nos últimos anos. Alex Smith, que veio em troca com o Kansas City Chiefs, por uma escolha de segunda rodada de 2018 + o CB Kendall Fuller.

Outras mudanças no ataque para este ano foram: a adição do veterano RB Adrian Peterson. AP foi contratado ainda na segunda semana da pré temporada, após as lesões de Semaje Perine e do rookie Derius Guice. Será o titular no jogo de domingo, contra o seu time na temporada de 2017. Além de Peterson, o WR Paul Richardson veio do Seahawks na free agency.

Mudanças na defesa

Na posição de DT-NT, houve a adição na primeira rodada do draft deste ano, Da’Ron Payne (Alabama). Ele vem para ser a esperança de sanar um dos grandes problemas da defesa nos últimos anos, a proteção contra a corrida. Nos últimos anos, foi uma das piores da liga, amargando a posição 32 na última temporada. Na posição de CB, teve a saída de Brashuard Breeland, agora assumida por Quinton Dunbar. Para a posição de safety, Montae Nicholson na vaga de Su’a Cravens, trocado nessa offseason com o Denver Broncos.

Classe de calouros

Devemos ter apenas Payne como titular neste primeiro jogo. Mas, existem nomes que no futuro podem nos dar muitas alegrias, como o RB Derius Guice (segunda rodada, vindo de LSU), que infelizmente perderá toda a temporada por uma lesão no joelho. No round 3, o time selecionou o safety Troy Apke. Outras peças vinda desse draft que merecem destaque são: DT Tim Settle (round 5), o WR Trey Quinn (round 7), o ”Mr Irrelevant” de 2018 (apelido dado ao último escolhido no draft) e o WR Cam Simms (UDFA).

Fique de olho, hein!

QB Alex Smith

Smith foi a primeira escolha geral do draft de 2005. No mesmo draft,  ninguém mais ninguém menos que Aaron Rodgers fora escolhido algumas picks mais tarde.  Durante os primeiros anos na liga, sofreu demais com a constante troca de OC no time de San Francisco. Até que, em 2011, com a chegada de Jim Harbaugh, finalmente fez uma temporada consistente, levando o time do Niners a uma improvável final da NFC, onde acabou derrotado pelo New York Giants.

Em 2012, sofreu uma lesão logo no início da temporada, dando lugar ao então novato Colin Kaepernick. No meio da temporada, Harbaugh teve que fazer uma escolha entre os 2 e acabou optando pelo Kaepernick. Para a temporada seguinte, Smith trocou de time, indo para o Kansas City Chiefs, que tinha contratado Andy Reid, ex treinador do Philadelphia Eagles. Com ele teve seus melhores anos na liga, sendo um QB de poucos turnovers e sempre levando o time de Kansas aos playoffs.

RB Adrian Peterson

AP teve muito destaque em Minnesota, onde teve temporadas maravilhosas, como a de 2012, onde quase bateu o recorde de jardas corridas numa só temporada. Mas após 2012, conviveu com vários problemas, dentro e fora de campo e após o ano de 2016, o time de Minnesota resolveu que o não queria mais no time. Em 2017, ele passou rapidamente pelo Saints, onde teve um atrito com o técnico Sean Payton por querer mais corridas e quando viu que seria o terceiro RB, atrás de Kamara e Ingram.

Logo na semana 5, Peterson estreava num novo time, o Arizona Cardinals, que acabara de perder o seu RB na semana 1 da temporada e não teve muito destaque no time do deserto. Foi contratado pelo Redskins após o segundo jogo da pré temporada e em seu único jogo pelo time, foi muito bem e mostrou que ainda pode contribuir com o time de alguma forma.

Linha defensiva

A defesa deve ser híbrida como foi nos últimos anos, variando entre 3-4 e 4-3. Apesar disso, deve alinhar a maioria dos snaps no 3-4, diferente dos últimos anos onde utilizou mais o 4-3. Com a adição de Payne, o trio da DL promete ser uma das grandes melhoras do time neste ano. Ioannidis e Allen vinham fazendo uma temporada de destaque até se machucarem no meio do ano passado e a defesa caiu demais sem os 2. Neste ano, o time draftou Payne que caiu como uma luva nesta linha, para, quem sabe, dar fim a um dos grandes problemas do time nos últimos anos.

Hora do palpite

Palpite pra temporada deste torcedor gordo e feliz? Temporada encardida, com um calendário bem complicado e jogando numa divisão onde os 4 times tem condição de vencer. Se a urucubaca que assola Washington não aparecer neste ano, esse gordinho feliz acredita num 10-6, pelo menos. Além de uma vaga de wild card para os comandados de Jay Gruden.

Para este jogo, o gordito aqui acredita que será um jogo difícil. Arizona tem uma defesa sólida e conta com alguns retornos. David Joshnson no backfield e o vovô Larry Fitzgerald como WR principal. Dito isto, acredito num 31-28 para o time da capital americana.

#HTTR
#EuSouRedskins

texto por Junior Gomes (tt: @junior_gomes86)
revisão por Diogo Miranda (tt: @diogoniiiii)

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“Hail to the Redskins, hail victory! Braves on the warpath, fight for old D.C.!”

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