Alívio. Esse é o sentimento que imperou nos torcedores da franquia de Pittsburgh após um monday night extremamente controlado e administrado contra os rivais de Cincinnati, contabilizando a primeira vitória dos Steelers na temporada, logo contra um rival de divisão.

A defesa forçou turnovers, o ataque trouxe uma dinamicidade aos drives ainda não vista nessa temporada, e, aliado à fragilidade do adversário, o resultado não poderia ser outro. Após breve análise, vamos aos destaques:

POSITIVOS:

  • O front seven, merecidamente reconhecido como um dos mais fortes da liga, mostrou serviço, contabilizando turnovers, como o fumble forçado por Bud Dupree e a interceptação do Linebacker Mark Barron, além de totalizar 8 sacks, bem distribuídos entre os membros.
  • Conner e Samuels, que dupla, meus amigos! Nossos running backs principais fizeram estrago na defesa dos Bengals, seja em corrida ou em jardas após a recepção, conseguindo avançar bem o campo. Conner vinha de um jogo onde sofreu um fumble, o que visivelmente o abalou, mas conseguiu uma bela recuperação na segunda feira, totalizando 125 jardas e 1 TD. Samuels, que finalmente foi melhor utilizado, alcançou 83 jardas e 1 TD.
  • Randy Fichtner inovou! O playbook foi mais dinâmico, usando muitos passes curtos para os running backs, além de boas chamadas como end around e wildcat, nesta última com Jaylen Samuels alinhando como QB e correndo ou entregando a bola para James Conner correr.
  • Mason Rudolph! Finalmente o príncipe de Pittsburgh teve uma atuação sólida, já passado o nervosismo da estreia como titular. O playbook e as situações de jogo exaltaram suas habilidades como Game Manager, função na qual o mesmo se sentiu bem confortável. Entretanto, quando necessário, conseguiu boas conexões com Vannett e Diontae Johnson.
  • Nick Vannett valeu a troca! O TE vindo de Seattle conseguiu suprir bem a ausência de Vance McDonald, participando bem dos drives, seja recebendo ou bloqueando (trabalho no qual ele tem um destaque altíssimo).

NEUTROS:

  • Diontae Johnson teve uma partida sólida, com um belo TD durante o jogo. Entretanto, ficará nessa classificação pelo fumble sofrido no início do jogo, que, felizmente, não se tornou um grande problema, mas é algo a ser evitado.

NEGATIVOS:

  • Vale dizer que após uma boa vitória como essa fica difícil estabelecer pontos negativos. Porém, para não ficar um espaço vazio, vale destacar o pouco, ou até inexistente, uso dos wide receivers, com destaques para JuJu Smith Schuster, de quem se espera um protagonismo, e James Washington, que tem uma boa relação com Mason desde os tempos de college.
    O não envolvimento passa por Randy Fichtner, que foi colocado como positivo pelo playbook dinâmico utilizado. Entretanto, se a estratégia não tivesse dado certo, o nosso querido OC estaria listado como ponto negativo.
  • Mike Tomlin precisa parar de desafiar!!! O desafio, na minha visão, foi até corretamente usado, mas nosso HC não tem boa relação com os desafios e, para a surpresa de ninguém, perdeu mais um.

Apesar da bela partida apresentada no primetime da segunda, vale destacar que o time dos Bengals pouco apresentou resistência ao jogo dos Steelers, com o time de Pittsburgh sabendo se utilizar dos pontos fracos do rival.

Entretanto, nosso próximo jogo, que também se trata de um duelo divisional contra os Ravens, apresenta-se como um cenário mais complicado com o time de Baltimore sendo considerado favorito a vencer o jogo, até por apresentar menos deficiências, mesmo vindo de uma péssima atuação contra Cleveland.

Aos torcedores dos Steelers, fica um pouco da ilusão causada pela fácil vitória, e o desejo de continuar comemorando ao final dos jogos. #HereWeGo!

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Texto de autoria de Gabriel Berardo.

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