Round 1

Escolhemos Evan Engram (TE, Ole Miss) na pick #23 e, na hora da escolha foi meio decepcionante, mas, com o passar do tempo, gosto dessa escolha cada vez mais. Apesar de a escolha ter sido um pouco de reach, Engram é uma cópia mais rápida de Jordan Reed, TE dos Redskins, e se encaixa bem no nosso ataque. Com sua velocidade e suas boas rotas, vai ser praticamente impossível para LBs e Ss marcarem Engram. A maior crítica que recebe é sobre seus bloqueios para o jogo terrestre, mas Engram conseguiu bloquear efetivamente Myles Garret e Jonathan Allen no College, demonstrando vontade e talento, e suas habilidades de bloqueio são bem subestimadas.

Nota: A-

Round 2

Jonathan Hankins foi pro Colts e deixou uma posição em aberto na nossa DL, ao lado de Snacks. Na escolha de 2º round, pegamos um cara que é comparável ao Hankions e que pode ser até melhor. Dalvin Tomlinson (DT, Alabama) é impressionante dentro e fora de campo, sendo o melhor run stopper desse Draft e conseguindo, também, fazer pressão nos QBs pelo meio da defesa. A tape de tomlinson é impressionante, seu burst no snap é muito bom e seu motor nas jogadas não para! Coloquem a tape do BCS contra Clemson e vejam, Dalvin foi o melhor jogador em campo por Alabama naquele dia, fazendo todo o trabalho sujo na melhor defesa do College Football. A maior crítica em sua relação é quanto às suas lesões e o tempo em que ficava em campo por Alabama, que rotaciona muito seus jogadores.

Nota: A

Round 3

O Giants ainda não havia reforçado a sua OL (setor mais fraco do time) e nem seu grupo de LBs (sendo que, pra 2018, o único LB com contrato é BJ Goodson), e escolhemos Davis Webb (QB, Cal). Apesar do seu potencial e da sua ética e vontade, Webb, assim como os outros QBs dessa classe, não era visto como Franchise QB, e apesar de que terá 2 anos de aprendizado atrás de Eli até ter seu número chamado, não sei se Webb estará pronto. Olhando a tape, Webb tem um braço excelente, consegue fazer todos os lançamentos de NFL, mas sua precisão não é das melhores, principalmente nos lançamentos mais longos. É certo que já estava na hora de começar a testar e arriscar selecionar QBs até achar o cara que substituirá Eli, e Webb tinha um valor alto para o 3º round, mas em um win now mode, o Giants deveria ter escolhido aqui um OL ou LB que tivesse no topo do board. De toda forma, potencial ele tem.

Nota: B

Round 4

Talvez a escolha que eu mais gostei do Draft, apesar de ter sido um pouquinho de reach também (o que já não importa tanto no 3º dia do Draft), no 4º round escolhemos Wayne Gallman (RB, Clemson). Gallman faz de tudo um pouco, sabe receber, sabe bloquear e sabe correr. Correndo, Wayne pode ser o power back que a gente tanto queria para complementar Paul Perkins, com seu estilo agressivo e físico de corrida, quebrando tackles seja com trombadas, seja com sua agilidade. Além disso, o RB de Clemson vem de um programa vencedor e produzindo muito bem por lá, sendo peça fundamental do ataque dos Tigers, com uma média de 5,1 jardas por carregada na temporada passada.

Nota: A+

Round 5

Pegamos mais um DL no 5º round do Draft, vindo da 2ª divisão do College, Avery Moss (DE, Youngstown State) fez a parceria mais produtiva da história de Youngstown State com Derek Rivers (escolha de 3º round do New England Patriots). Moss, que jogou em Nebraska antes de ser expulso por problemas extra-campo, é um DE de mão dupla, sendo produtivo contra a corrida e contra o passe em YSU. Avery tem um potencial bem alto, e acho que pode ser um titular dessa defesa nas jogadas óbvias de passe, como um pass rusher, e um jogador rotacional muito importante para a DL em jogadas não definidas. No Giants, moss pode também servir de depth e competir na posição de OLB. As suas maiores críticas são em relação ao seu extra-campo, onde já teve problemas e foi expulso de Nebraska, e sobre sua transição para a NFL, tendo sua produção acontecido na 2ª divisão do College.

Nota: B+

Round 6

O Giants deu um trade up no 6º round, entregou sua escolha de 6º (pick 207) e a de 7º round (pick 241), e na pick 200 escolheu Adam Bisnowaty (OL, Pittsburgh). Bisnowaty teve bons anos em Pitt, sendo nomeado, inclusive, para prêmios. Adam tem ratings, segundo o PFF, melhores para o passe do que para a corrida, mas sofreu com inconsistências em suas notas e queda de produção de 2014 a 2016. Apesar disso, o OL deve chegar e já competir por posições na OL titular ou por banco imediato, e contra jogadores ruins da OL do Giants, tem tudo para ser bem sucedido. Bisnowaty é versátil, podendo jogar tanto de OG como de OT, e era capitão em sua universidade, o que faz dele mais atrativo ainda. Assim, o jogador é uma opção para melhorar o depth e competir com o resto  da linha pela titularidade.

Nota: A+