Seguindo as nossas análises dos principais OLs da próxima classe temos a vista um dos meus nomes favoritos mas não necessariamente o mais confiável, algo que está classe de OTs vem trazendo para as discussões são o ampla “mar de opiniões” diversas sobre esses talentos, não existe um ranking certo, a gente vê várias opiniões de pró e contra de todos os principais nomes, até análise e opiniões sobre alguns pontos específicos do jogo, existe de disparidade de opiniões. Isso pode ser bom porque existe diferentes tipos de visões sobre qual irá encaixar melhor em teu time, mas pode ser ruim pelo fato de o Draft ser uma loteria, a sua escolha pode ser a mais errada da classe é desperdiçar esse momento para procurar alguém na posição será um ponto muito ruim do processo.

Mais um intrigante caso nessa classe

OT – JEDRICK WILLS ALABAMA

Há muito do que gostar e do que achar duvidoso em seu jogo, opiniões individuais de cada um podem ou não gostar ou desgostar do que irei apontar aqui, ele foi um RT de muito talento e automaticamente desde pequeno já estava introduzido em um mundo esportivo. Ambos os pais de Wills estavam e ainda estão fortemente envolvidos no esporte. Seu pai, Jedrick Wills, Sr., é técnico assistente de basquete feminino e sua mãe, Sivi Wills, é uma ex-jogadora de basquete de grande sucesso no leste do Kentucky (1984-1987). Na Maysville High School, ela liderou a senhora Bulldogs na pontuação por três temporadas consecutivas (1983-1985). Como calouro no time do colégio por três anos, Wills fazia parte de um dos melhores trechos da história do programa na Lafayette High School (KY). Ele ajudou o programa a alcançar o campeonato estadual consecutivo durante suas duas últimas temporadas. A âncora de uma frente ofensiva com média de 454,8 jardas e 41,8 pontos por jogo.

Depois de se inclinar pesadamente para permanecer no estado e ingressar no Kentucky, ele optou por seguir outra rota na SEC e seguir para o sul. Ao assinar com o Alabama, ele se tornou o segundo signatário do estado de Bluegrass a assinar com o Tide – seguindo os passos de Damien Harris. Jogando em 11 jogos como um verdadeiro calouro e iniciando um (contra Ole Miss), Wills foi forçado a ganhar seu lugar ao longo do tempo, durante todo o ano ele esteve em um papel de rotação e sempre vindo do banco.

Wills tem características que já vimos em outros prospectos do passado e que os fizeram nós abrir olhares, ele é tão bom em bloqueios pra fora do pocket quanto Greg Robinson em 2013 (fatídico Greg) ou tão quão poderoso em bloqueios em corridas quanto vimos em Jawaan Taylor tempos atrás. São exemplos das mais diversas características que a gente ama ver em um OT, mas existe um lado dele que me faz se perguntar ao fim de todo scout e é sua inconsistência. De fato, se Wills fosse apenas um pouco mais consistente, eu não teria tido nenhum problema em começar a projetar uma comparação com Quenton Nelson. Não que eles sejam o mesmo tipo de jogador, mas ambos foram bons o suficiente para dominar logo de cara na NFL. Mesmo agora, eu ainda diria que Wills tem um tipo semelhante de versatilidade; Eu ficaria confortável com ele entrando e jogando na posição de Tackle ou de Guard imediatamente e eu não ficaria surpreso se ele pudesse jogar no centro também. E aqui vai partes de seu jogo que eu separei para discutirmos:

Ele é eficiente em bloqueios para corrida mas se espera um pouco mais dele nisso. Eu confesso que dos três (incluindo Wirfs e Thomas) foi o que mais me deixou não tão empolgado por essa parte do jogo. Você vê rotineiramente falta as vezes de repulsão, de ganho territorial em movimento dele

Mais uma vez sem empurrões e por mais que isso não aconteça toda hora, a preocupação não é com esses tapes passados e sim quando ele enfrentar defensores dos mais altos escalões na NFL

Mas ao mesmo tempo olha como é suave e eficiente seus movimentos de proteção de passe e footwork

Mais uma vez olhe como o deslize e suas mãos controlam muito bem o Pass Rusher, os ângulos de proteção que ele toma a frente do defensor são totalmente de controle

Novamente mostra como tudo funciona bem ao mesmo tempo, uma fábrica onde tudo se encaixa para o produto final sair. O soco redireciona ao defensor para a borda e aí aparece o footwork onde o ângulo já está totalmente controlado. O defensor já sem nem o que fazer tenta girar para ainda tentar alguma coisa

Aqui um vídeo para mostrar que ele não é totalmente ruim para corridas, ele é apenas inconsistente mas ao mesmo tempo durante um jogo vemos muito disso aqui. Olho no No.74 derrubando seu adversário e caminho livre pro Harris

Em várias das peças em que ele foi espancado por dentro, Wills obviamente relaxou em algum momento durante a peça. Também vi algumas jogadas onde ele estava bloqueando um cara muito bem, mas depois de um tempo ele começou a olhar em volta, como se tentasse ver se a bola havia sido jogada ou algo assim. Mas de 10 lances 9 são de um esforço excelente e aí que vem a duvida que foi a minha e de alguns insiders: o motor dele realmente estava quente e frio às vezes? Ou era apenas uma questão de, por falta de um termo melhor, ele estar “entediado” jogando contra caras que ele teve um tempo fácil de bloquear? A resposta para essa pergunta é o que eu procuraria quando conversasse com seus treinadores, alguns de seus colegas de equipe e o próprio Wills.

Aqui apenas duas peças curiosas, as duas foram de grande trabalho de Wills, a primeira contra um talento de primeira rodada justamente desse ano DL de Auburn Derrick Brown, a segunda peça foi contra o Sênior Bowl Marlon Davidson e Wills foi seguro e controlável contra os dois

Wills tem o conjunto de habilidades, tamanho e técnica para ser pelo menos um iniciante de qualidade desde o primeiro dia. Tem todo o potencial de ser o grande nome daqui a alguns anos a ser falado como ganhos deste Draft, potencial e atributos para ser um All-Pro. Um sonho talvez um pouco distante, um milagre ele estar sobrando na pick No.10, se isso acontecer estaremos mais intrigados ainda com o que foi visto para tantos GMs estarem passando dele

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